No jardim da Mãe de Deus, as flores multiplicaram-se!

3 de outubro de 2019

2º Encontro Anual da Liga das Mães

 

No dia 29 de setembro de 2019 o Jardim da Rainha da Liberdade, que já está muito florido, ganhou um colorido todo especial com a presença das pequenas Marias, da Liga das Mães de Schoenstatt, para participarem do segundo encontro do ano.

 

Participaram cerca de 160 mães.

Elas vieram de bem longe, como as mães de Montes Claros, Bocaiuva e de Coração de Jesus, que viajaram durante toda a noite e apesar do cansaço da viagem, participaram de toda a programação.

 

Participaram do encontro, ainda, mães de Itabira, Bom Despacho, Sete Lagoas, Mariana, Caeté, Confins, Contagem, Betim e Belo Horizonte.

 

Após a assinatura da lista de presença e distribuição de crachás, as mães foram direcionadas para o farto e apetitoso café da manhã, organizado pela equipe de dirigentes.

 

Depois de alimentarem o corpo, agora era hora de alimentar o espírito. As atividades do dia iniciaram-se, com a oração da manhã, à sombra do Santuário.

 

A sequência do encontro ocorreu na Tenda de celebrações, com a acolhida e saudação a cada grupo, bem como, com a vivência de abertura, onde se deu a configuração do ambiente. Foram introduzidos o quadro da Mãe, do nosso fundador o pe. José Kentenich, e os símbolos da Liga das Mães, como a Custódia, a Bandeira e o brilhante, que representa o lema que preparará as mães para as comemorações do jubileu de 75 anos, em 2022 “Chegou a hora do teu amor! Faça-se a pequena Maria, um brilhante nas mãos do Pai”.

 

 

Em 2019, o foco da lapidação do brilhante que cada mãe aspira tornar-se é a  “BELEZA E DESAFIO DE SER ESPOSA”, por isso entraram, também, as alianças, o terço, o coração e por fim uma vela, lembrando que precisam pedir as luzes do Espirito Santo, o que  fizeram através da oração do matrimônio.

 

Logo após a abertura do encontro foi a vez da palestra da assessora do Movimento, Ir. Adriane Maria Andrade Barbosa, cujo tema foi o Congresso de Hoerde, focalizando o perfil do novo homem apresentado neste início da Obra de Schoenstatt, “fora dos muros do seminário”; que deveria ter um perfil mariano,  uma personalidade livre, consciente de seu valor pessoal, forte de segurança interior, capaz de aspirar ao mais elevado grau no caminho da santidade.

 

Ela salientou, ainda, que em 2020 o Movimento Apostólico recordará o centenário do ingresso das mulheres na Obra, com a fundação da Liga Apostólica Feminina de Schoenstatt (Lafs), A condessa Gertraud von Bullion foi a primeira mulher a ingressar no Movimento Apostólico de Schoenstatt, tornando-se cofundadora da coluna feminina.

 

Depois da palestra da Irmã Adriane Maria, a Equipe de Dirigentes de Ramos retomou o encontro. As dirigentes de grupo fizeram uma apresentação do Capital de Graças realizado em cada grupo. Após foi feita a oração da “Lasquinha de Deus”: cada mãe recebeu uma uma lasquinha de madeira para associarem a cruz de Jesus ao desafio de ser esposa. Para encerrar este momento, cinco mães deram testemunhos da Beleza e Desafio de serem esposa .

 

A parte da manhã teve o encerramento com a bênção do Santíssimo Sacramento. As mães pediram a Jesus a graça de viverem a beleza e o desafio de ser esposa, uma vocação de entrega, sem reservas e sem medidas, na vivência do Sacramento do matrimônio.

 

Conquistas no Santuário

Na parte da tarde o Santuário foi local onde algumas mães selaram Aliança de Amor, instituíram Santuário Lar, coroaram a Mãe de Deus e outras ofertaram o cetro para a Rainha.

 

Enquanto acontecia tudo isso no Santuário, o restante das mães participaram da  oração do Santo Terço.

 

 

Como de praxe, o encontro encerrou com a celebração da Santa Missa, presidida pelo padre Lucídio de Souza, da paróquia Imaculado Coração de Maria  e Santo Antônio, de Belo Horizonte.

 

Em sua homilia deixou para todos, a mensagem chave do Evangelho do 26º domingo do Tempo comum, narrado por São Lucas, que é a grande verdade de que “construímos o céu a cada dia”. Exortou a assembleia a construir ponte entre o tempo presente e o eterno.

 

As mães foram enviadas para seus locais, com a missão de serem geradoras, portadoras, servidoras de Cristo e um ponto de acesso mariano.

 

Por Maria da Conceição Braga

 

Fotos: Marta Marinho e Poliane Bôsco 

 

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